A História

De princípio, cada corporação era simplesmente o ofício, de uma só profissão ou várias profissões associadas, reunindo em regra geral sob a evocação de um santo padroeiro.

As confrarias de mesteres só apareceram depois da fundação do Hospital de Todos-os-Santos em 1492, que incorporou todos os hospitais de ofícios.

Só a partir de meados do século XVI há notícias de confrarias ou irmandades de mesteres, como agremiações religiosas, com o seu compromisso e os mesários.

Como a corporação se individualizava nos actos públicos pelo estandarte, com a imagem do seu padroeiro, veio mais tarde a designar-se por bandeira a associação dos ofícios para efeitos cívicos e religiosos, ou seja, a organização corporativa de um grupo de profissões.

Na bandeira podia haver um ou mais ofícios, designado por cabeça, e outros subalternos chamados ramos anexos.



 

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