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Dito e feito

Num artigo, assinado por António Vilarigues e publicado no jornal Público de 28 de Outubro, é dito o seguinte:

"De acordo com o Banco de Portugal, a dívida pública portuguesa representava, no ano de 2000, 48,7 % do PIB. Em 2005, os 61,7%. Em 2007, era de 68,3%. Sobe para 71,6%, em 2008. Para 83%, em 2009. Alcança os 93,5%, em 2010. No segundo trimestre de 2011 atingiu os 106,6%.

Porque nos escondem quem fez a dívida, como foi gasto o dinheiro, quem são os nossos credores?

Mentem quando proclamam ou a sua política e o Pacto, ou a bancarrota. Ou é isto ou não há dinheiro para salários e ficamos sem financiamento. E, no entanto, o dinheiro nunca faltou. Nem aos agiotas que cobram juros astronómicos, nem aos megabancos, nem ao grande capital.

Só nos últimos cinco anos, entre 2005 e 2010, os cinco maiores bancos arrecadaram 15.000 milhões de euros de lucro. As duas maiores empresas do sector energético (EDP e GALP) 10.000 milhões aproximadamente e a PT cerca de 9.000 milhões. O stock oficial nos paraísos fiscais das entidades portuguesas em 2009, referenciados pelo FMI, era de 65 mil milhões de euros.

A propósito: quanto emprestou a banca ao Estado e quanto recebeu? O que vai deixar de receber é calculado em função dos lucros que esperava arrecadar? Quanto "perdeu" a banca e quanto vai receber?".

Para meditar e reflectir!

 

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